Louise-Michel
Benoit Delépine, Gustave Kervern
Secções: Observatório
Ficção,
França
2008, 35mm
Argumento: Benoît Delépine, Gustave Kervern
Fotografia: Hughes Poulain
Música: Gaëtan Roussel
Som: Guillaume Le Braz, Les Kouz
Montagem: Stéphane Elmadjian
Com: Albert Dupontel, Benoît Poelvoorde, Bouli Lanners, Yolande Moreau
Produtor: Benoit Jaubert, Mathieu Kassovitz
Produção: Arte France Cinéma, MNP Entreprise, No Money Productions
Argumento: Benoît Delépine, Gustave Kervern
Fotografia: Hughes Poulain
Música: Gaëtan Roussel
Som: Guillaume Le Braz, Les Kouz
Montagem: Stéphane Elmadjian
Com: Albert Dupontel, Benoît Poelvoorde, Bouli Lanners, Yolande Moreau
Produtor: Benoit Jaubert, Mathieu Kassovitz
Produção: Arte France Cinéma, MNP Entreprise, No Money Productions
Que Benoît Delépine e Gustave Kervern são politicamente incorrectos, já sabemos pelo menos desde Manual de Instruções para Crimes Banais e Aaltra. Que este filme seja dedicado a Albert Libertad, um lendário anarquista francês, e tenha como título o nome de outra figura histórica do movimento anarquista dá-nos logo uma ideia do que podemos esperar de Louise-Michel. As trabalhadoras de uma fábrica de brinquedos em dificuldades encontram uma manhã o edifício vazio, sem maquinaria e sem saber onde pára a equipa de gestores. A proposta de Louise passa por juntarem o dinheiro de que dispõem para contratar um mercenário para assassinar o patrão. Uma comédia arrasadora sobre o nosso admirável mundo novo (o do neo-liberalismo e da globalização) que dá todo um novo sentido à velha máxima “trabalhadores de todo o mundo, uni-vos”.
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