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O realizador tailandês é mestre na abordagem a novas formas de fazer cinema e na criação de fantasias míticas e com SYNDROMES AND A CENTURY revela-se, também, como um excelente contador de histórias, usando diferentes cenários e espaços. O filme é um tributo aos pais do realizador e divide-se em duas partes, o que as distingue são os cenários: a primeira parte tem como pano de fundo um hospital, numa pequena vila rural, e a segunda num centro médico em Bangkok. Enquanto que a primeira metade do filme é baseada na infância de Weerasethakul, e na sua mãe, na segunda a personagem principal é baseada na história de vida do seu pai. A trama é contada mais pelos locais onde acontece, do que pelas personagens. Seguindo uma lógica muito própria do realizador, o filme termina no presente como uma bela e assustadora visão do futuro. |
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