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DESTRICTED
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Sam Taylor-Wood, Richard Prince, Larry Clark, Matthew Barney, Marco Brambilla, Gaspar Noe, Marina Abramovic |
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20 Abril, 22h15, Fórum Lisboa ● 28 Abril, 22h15, Fórum Lisboa |
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Sete notáveis e aclamados artistas foram convidados a realizar curtas-metragens que espelhassem as suas visões sobre sexo e pornografia. O resultado é uma colecção de argumentos estimulantes e provocadores, livres de censura, com humor e apelo sexual.
Sync (Marco Brambilla) mostra um frenético exercício de montagem que alinha imagens de diversos filmes pornográficos, ao ritmo de um solo de bateria.
Death Valley (Sam Taylor-Wood) é a curta aparentemente mais simples, mas a sua crueza convida a diversas reflexões.
House Call (Richard Prince) transporta-nos para os anos dourados dos vídeos pornográficos, numa altura em que a pornografia no cinema ainda era tabu.
Balkan Erotic Epic (Marina Abramovic) relata com um humor desarmante os mitos sobre a fertilidade e a virilidade nos Balcãs.
Hoist (Matthew Barney) começa com um tractor transformado em carro alegórico para o Carnaval da Baía. Debaixo do tractor içado, um homem com o corpo repleto do que parecem ser pinturas tribais “lubrifica” o eixo com o seu próprio pénis.
We Fuck Alone (Gaspar Noé): uma rapariga e um rapaz, em quartos diferentes, assistem ao mesmo filme pornográfico enquanto se masturbam. A abordagem quase iconoclasta faz com este acto tanto pareça sadio (rapariga) como doentio (rapaz).
Impaled (Larry Clark) faz um relato semi-documental de como o acesso fácil à pornografia determina os desejos da geração dos anos 80. Vários jovens entre os 19 e os 23 anos são convidados a falarem da sua experiência com a pornografia e das suas fantasias sexuais. Um deles vai poder escolher uma actriz pornográfica, com quem terá relações sexuais. |
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