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Camila, 25 anos, está desempregada há cerca de um ano. Cada nova entrevista a que se sujeita é uma repetição de expectativas e desilusões. À medida que o tempo passa e os desaires se sucedem o seu desespero e a sua ansiedade vão, naturalmente, aumentando.
Num dos filmes mais radicais da competição deste ano, o realizador dá-nos a viver o drama da desigualdade de oportunidades na procura de emprego, originada não só pelas diferentes origens sociais e económicas dos desempregados, mas também pelo sistema educacional e social chileno, que é disfuncional. |
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