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JÚRI
INTERNACIONAL |
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O
Júri Internacional do IndieLisboa é composto por personalidades do meio cinematográfico ou com este relacionado,
e é responsável pela atribuição
dos seguintes prémios:
- Grande Prémio
de Longa-Metragem "Cidade de Lisboa";
- Grande Prémio de Curta-Metragem;
- Prémio de Distribuição;
- Prémio Tóbis para o Melhor Longa-Metragem Portuguesa;
- Prémio Tóbis para a melhor Curta-Metragem Portuguesa;
- Prémio Restart para o Melhor Realizador Português
de Curta-Metragem;
- Prémio de Melhor Fotografia FujiFilm / AIP para Filme Português
de Longa-Metragem.
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Júri Internacional da Competição
Longas-Metragens |
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AOYAMA SHINJI
Nascido a 13 de Julho de 1964 em Kitakyushu, Fukuoka, começou a filmar em super 8 quando estudava cinema na universidade de Rikkyo, onde foi profundamente influenciado pelas aulas do crítico de cinema Hasumi Shigehiko. A música foi uma paixão anterior, dos tempos de liceu, altura em que formou uma banda chamada “Up Beat Underground”.
Shinji Aoyama é um dos realizadores contemporâneos de maior relevo, normalmente referido pela versatilidade do seu trabalho, realizado em digital (“Shady Grove”) ou em preto e branco e cinemascope (“Eureka”), manipulando os códigos dos géneros cinematográficos em filmes fantásticos (“Embalming”) ou de revisitação aos filmes de yakusas (“Chinpira”) e tematicamente atravessado pelos temas da alienação, morte e renascimento da alma humana através de experiências traumáticas. |
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HANS HURCH
Nasce em 1952, em Schärding, na Áustria. Em 1971 inicia estudos de História da Arte e Arqueologia na universidade de Viena. Entre 1976 e 1986 é jornalista na revista “Falter”, em Viena. De 1986 a 1990 é assistente de realização em filmes de Jean-Marie Straub e Danièle Huillet. Em 1991 muda-se para Berlim. Coopera em em filmes de Astrid Ofner. Entre 1993-95 é comissário do projecto "hundertjahrkino" da Ministério Federal Austríaco da Ciência e da Arte. Desde 1997 é director Festival Internacional de Cinema de Viena (VIENNALE). |
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MARK PERANSON
Vive no Canadá, onde é crítico de cinema e programador. Em 1999 funda uma das mais prestigiadas revistas de cinema da América do Norte: a Cinema Scope, da qual é editor. É programador do Festival de Cinema Internacional de Vancouver. Coordena o programa do Vancity Theatre, uma mostra produzida pelo VIFF. Colabora também com o Festival de Roterdão. As suas críticas cinematográficas são publicadas em inúmeras publicações, das quais se destacam os Cahiers du Cinéma, o The Village Voice, The Globe and Mail, o City Pages e a Film Comment. É júri em diversos festivais de cinema internacionais: Viena, Hong Kong, Berlim, Gijon, Chicago, Estocolmo e Buenos Aires. |
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NATACHA RÉGNIER
Nasceu em Berlim em 1972 e cresceu em Bruxelas. Interessou-se cedo pela representação, que estudou na Academia UCCLE de Bruxelas. Estreou-se no cinema como actriz no início dos anos 1990, filmando, entre outros, com Pascal Bonitzer em Encore (1996). A consagração chegou com o papel desempenhado no filme de Érick Zonca, A Vida Sonhada dos Anjos (1998), pelo qual obtém um prémio de interpretação em Cannes e o César de melhor actriz estreante. Daí em diante participa numa série de filmes em que se destacam obras de François Ozon, Chantal Akerman ou Eugène Green. |
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VASCO CÂMARA
Nasceu em Moçambique em 1963. Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É jornalista e crítico do jornal Público desde a sua fundação em 1990. Actualmente é editor do Ípsilon, suplemento cultural semanal desse jornal. |
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Júri Internacional da Competição
Curtas-Metragens |
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THOM PALMEN
Thom Palmen é um dos fundadores e o actual director do Umea International Film Festival (fundado em 1986), na Suécia. É ainda o actual Presidente da Coordenação Europeia de Festivais de Cinema. É membro do comité de pré-selecção do Swedish National Film Prize for Shorts & Documentaries. Para ajudar as jovens promessas do cinema sueco, Thom Palmen cria uma distribuidora de curtas metragens chamada Botnia Film. |
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INÊS OLIVEIRA
Nasceu em Lisboa, em 1976. Estudou Artes Plásticas e Cinema, tendo realizado o seu primeiro filme em 2002, O Nome e o N.I.M., premiado três vezes na categoria de melhor curta-metragem nos festivais de Vila do Conde, Montreal e Angers. Em 2005 assinou o documentário Comer o Coração de Rui Chafes e Vera Mantero. Prepara-se, em 2007, para realizar uma segunda curta-metragem de ficção, Atheas, e a primeira longa-metragem, Cinerama. |
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MICHAEL BAUTE
Natural de Berlim, Alemanha. Autor, curador e trabalhador em meios de comunicação social. Trabalhou em argumento, produção e como motorista numa série de filmes. Publica artigos e outros textos sobre cinema desde meados dos anos 1990 em livros e jornais como Jungle World, Starship, kolik.film e SigiGötz Entertainment. Em 2001, com Ludger Blanke, promoveu o weblog new filmkritik (www.newfilmkritik.de). Em 2006 co-editou, com Volker Pantenburg, o livro Minutentexte. The Night of the Hunter, no qual 93 autores escrevem textos sobre cada um dos 93 minutos de A Noite do Caçador de Charles Laughton (EUA, 1955). |
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JÚRI
ONDA CURTA |
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O
Júri Onda Curta atribui o Prémio 2: Onda Curta
que consiste na aquisição de direitos de exibição
dos filmes vencedores para o programa Onda Curta, exibido
na 2:. |
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JOÃO GARÇÃO BORGES
Nasceu em Lisboa em 1956. Fez o curso Superior de Cinema do Conservatório Nacional de Lisboa. Em 1979, ingressou na RTP. Foi responsável pela programação de cinema do Canal 2 da RTP (1990-92), da RTP Internacional (1992-94) e da rubrica “Cinema Português” da RTP2 (1994-98). Foi membro da equipa fundadora da RTP Internacional. Entre 1994-1998, foi responsável pela produção de ficção nacional da RTP, pelas co-produções na área do cinema, pela produção e co-produção de programas de teatro, e pela autoria de diversos projectos originais, entre outros, os programas “Onda Curta” de que é autor, programador, realizador e coordenador de produção, formatos audiovisuais actualmente em exibição na RTP 2. Colabora como crítico de cinema na Imprensa, Rádio e Televisão. É ainda membro da FIPRESCI, Federação Internacional da Imprensa Cinematográfica, e Vice-Presidente do respectivo Círculo de Lisboa. |
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GÉRALDINE GOMEZ
Programadora do serviço de cinema do Centro Georges Pompidou. Ocupa-se há cinco anos de programas ligados à utilização de novas tecnologias na arte e outros, mais clássicos, em torno de médias-metragens. Há dois anos concebeu um festival de médias-metragens, Hors Pistes, que promove o encontro de filmes vindos de horizontes distintos (dança, ficção, artes plásticas, vídeo arte, etc.). A mais recente edição decorreu em Março de 2007. |
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MICK HANNIGAN
É director do Cork Film Festival, na Irlanda, desde 1986. É proprietário do Kino Cinema, a única sala irlandesa de cinema de arte e ensaio e esteve ao serviço das comissões da Federação Irlandesa de Cinema, do Instituto Irlandês de Cinema e da Coordenação Europeia dos Festivais de Cinema. É ainda membro da Academia Europeia de Cinema. Tem um interesse particular pela arte dos filmes de curta-metragem e, em 2005, organizou um Simpósio Internacional de Curtas-Metragens. |
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JÚRI
FIPRESCI |
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Elege
a melhor longa-metragem da competição nacional
ou internacional, desde que não lhe tenha sido atribuído
o Prémio FIPRESCI noutro festival. |
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JOÃO ANTUNES
Natural de Lisboa, licencia-se em Economia, no ISE, onde cria uma sessão de cinema e uma revista. Em 1986 entra para o semanário “O Jornal”, a que se seguem colaborações com O Se7e, Diário de Notícias, Jornal de Notícias, TV Guia, Cosmopolitan. Dirige o “Cinematógrafo” e a “Play Magazine” e exerce o cargo de sub-director da “Cinemania”. Faz parte do corpo de colaboradores da Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura. É autor, entre outros, de "Melhores Filmes, Melhores Cineastas" e "À Conversa com os Senhores dos Anéis". Organiza o Ciclo de Cinema 100 Anos da Casa da Imprensa. No Libertas Film Festival, em Dubrovnik, é responsável pelo programa Focus Portugal. Ao longo dos últimos anos é Júri Internacional em diversos festivais: Figueira da Foz, Algarve, Fantasporto, Cinanima e
Festróia, FIPRESCI em Istambul, Tromso, Festróia e Mumbai. É vogal da Comissão de Classificação de Espectáculos e Professor do Curso de Cinema da Universidade Moderna de Lisboa. |
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STEFAN IVANCIC
Nasceu em 1985 em Belgrado, Jugoslávia. Vive em Barcelona (Espanha) desde 1992. Descobriu uma verdadeira paixão pelo cinema no momento em que começou os estudos em engenharia, fundando então a revista espanhola ‘online’ Contrapicado.net, de que é ainda chefe de redacção. Participou no livro colectivo Vientos del Este – Los Nuevos Cines en los Países Socialistas Europeos, publicado pelo Gijón Film Festival 2006. Também nesse ano foi membro do júri juvenil no Festival Internacional de Cinema de Sitges, Catalunha. IndieLisboa é a sua primeira prestação FIPRESCI. |
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JANUSZ WRÓBLEWSKI
Nasceu em 1963. Licenciou-se em Sociologia e Literatura na Universidade de Varsóvia. É um dos mais influentes críticos de cinema na Polónia. Autor de vários argumentos, entre os quais o do filme de Marius Trelinski Pożegnanie Jesieni, exibido em competição no Festival de Veneza em 1991. Publicou a colectânea de ensaios sobre cinema Magia Kina (1997). Trabalha na equipa do magazine semanal político Polityka. É também colaborador da televisão polaca. |
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JÚRI
AMNISTIA INTERNACIONAL |
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O
Júri Amnistia Internacional distingue um filme, independentemente
do seu género ou metragem, que contribua para alargar
a capacidade de compreensão do espectador relativamente
a determinado aspecto relacionado com a dignidade humana. |
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DIOGO INFANTE
Diogo Infante nasceu em Lisboa, em 1967. É actor e encenador. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema, terminando o Curso de Teatro – Formação de Actores em 1992. No cinema trabalhou em filmes de Ana Luíza Guimarães, João Botelho, Jorge Queiroga e mais recentemente de George Felner e Jorge Cramez. Em teatro tem trabalhado muito como actor e encenador, tendo assinado a encenação de peças de Harold Pinter, Alan Ball e Tennessee Williams. Actualmente é o Director Artístico do Teatro Maria Matos. |
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RITA NUNES
Nasce em Lisboa em 1974. Curso de cinema, na área de imagem, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 1997 produz e realiza a sua primeira curta-metragem, MENOS NOVE, premiada em vários festivais e exibida em cinema. De seguida, realiza LIXO e AMÁLIA POR NÓS, duas curtas-metragens encomendadas pela EXPO'98. Em 2000 realiza CONTAS DO MORTO e em 2002 SÓ POR ACASO, dois telefilmes produzidos por Paulo Branco e exibidos na RTP1. Neste momento tem em preparação a sua primeira longa longa-metragem. Ao longo destes anos trabalha regularmente como realizadora de filmes publicitários. |
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FERNANDA FREITAS
O início da sua experiência profissional passa pela rádio: a Radio Press e a Radio Paris Lisboa. Em 1992 inicia o seu percurso televisivo na RTP2, passando depois pelo Canal Noticias de Lisboa, Canal 21, Sic e de novo no 2.º canal da RTP onde, actualmente, modera o programa diário "Sociedade Civil". Colabora igualmente com a RTP N apresentando o programa semanal "Mais Europa". Integra o Fórum da Educação para a Cidadania e é, frequentemente, convidada como moderadora de debates.
Escreve as crónicas de sexta-feira do jornal Destak. Integra a equipa fundadora do "Moda'r mentalidades" - desfile de moda com pessoas portadoras de deficientes.
É voluntária da Fundação do Gil em vários hospitais. |
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JÚRI
DO PÚBLICO |
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Os
espectadores das sessões da Competição
Oficial e do Observatório distinguem a longa e a curta-metragem
que tiverem obtido a pontuação mais alta. |
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JÚRI
DO PÚBLICO INDIEJÚNIOR |
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O Júri
do Público IndieJúnior, constituído
pelo conjunto de espectadores das sessões infantis,
distinguirá uma das curtas-metragens apresentadas
no conjunto das sessões infanto-juvenis.
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