RETROSPECTIVA CINEMA SUECO 3 (1990-2000)

 
 

25 Abril, 22h00, King 2, 96' • 28 Abril, 15h15, king 2, 96 ’

 
 

BAGMAN, de Andrew Hibbert, Lola Möller, fic., Suécia, 1990, 18’
WORLD OF GLORY, de Roy Andersson, fic./exp., Suécia, 1991, 19’
THE JAZZ GALLERY, de Magnus Carlsson, ani., Suécia, 1993, 2’
HÄR ÄR KARUSELLEN de Jonas Odell, Stig Bergqvist, Martti Ekstrand, Lars Ohlson, ani., Suécia, 1993, 6’
FÖRLORARNA, de Johan Hagelbäck, ani., Suécia, 1994, 3’
THE LATEST NEWS, de Per Carleson, fic., Suécia, 1996, 3’
REINDEER SCORING IN JUKKASJÄRVI, de Johan Hagelbäck, ani., Suécia, 1996, 10’
TALK, de Lukas Moodysson, fic., Suécia, 1997, 15’
EXIT, de Magnus Wallin, ani., Suécia, 1997, 3’
PARANOID ANDROID/RADIOHEAD, de Magnus Carlsson, ani., Suécia, 1998, 4’
NOCTURNE, de Pernilla Hindselft, ani., Suécia, 1998, 7’
I REMEMBER LENA SVEDBERG, de Carl Johan de Geer, doc., Suécia, 1999, 6’

 
 

BAGMAN, de Andrew Hibbert, Lola Möller, fic., Suécia, 1990, 18’: A lembrar "Manual de Instrução para Crimes Banais", este curto filme acompanha o dia-a-dia de um homem banal, com uma vida banal, que executa de forma banal uma série de horríveis, e banais, crimes.

WORLD OF GLORY, de Roy Andersson, fic./exp., Suécia, 1991, 19’: Um filme composto por um conjunto de quadros que funcionam como um estudo preliminar para "Songs From the Second Floor"., do mesmo realizador.

THE JAZZ GALLERY, de Magnus Carlsson, ani., Suécia, 1993, 2’: Um filme onde a mais negra, mais vulgar, e mais explosiva performance é vista como uma obra de arte.

HÄR ÄR KARUSELLEN, de Jonas Odell, Stig Bergqvist, Martti Ekstrand, Lars Ohlson, ani., Suécia, 1993, 6’: Um dos princípios da animação é o movimento, daí que, na história do género, surjam tantos exemplos disso. "Revolver" fala-nos, então, de um tipo específico de movimento: o repetitivo.

FÖRLORARNA, de Johan Hagelbäck, ani., Suécia, 1994, 3’: Somos quatro pequenos ovos e conduzimos em direcção a uma parede, não temos cintos de segurança e isso é muito mau.

THE LATEST NEWS, de Per Carleson, fic., Suécia, 1996, 3’: Ele deve estar a chegar... Ela está a cozinhar algo muito saboroso. Há um rádio na cozinha. O quê? As notícias das 7 tornaram-se interactivas?

REINDEER SCORING IN JUKKASJÄRVI, de Johan Hagelbäck, ani., Suécia, 1996, 10’: Um rapaz vai ao dentista, mas esta consulta não é bem o que ele estava à espera.

TALK, de Lukas Moodysson, fic., Suécia, 1997, 15’: Birger está reformado e não tem visitas há cerca de oito anos. Subitamente a campainha toca e surge uma jovem mulher.

EXIT, de Magnus Wallin, ani., Suécia, 1997, 3’: "Exit" tem como ambiente as pinturas de Jerónimo Boch. Os desenhos são usados como imagens documentais onde os deficientes são colocados numa corrida pesadelo, para fugir do fogo e ir de encontro à salvação.

PARANOID ANDROID/RADIOHEAD, de Magnus Carlsson, ani., Suécia, 1998, 4’: Paranoid Android tem Radiohead. Isso devia bastar, mas a imaginação delirante de Magnus Carlsson que anima o personagem Robin dá-lhe muito mais.

NOCTURNE, de Pernilla Hindselft, ani., Suécia, 1998, 7’: Uma pequena história de amor entre uma estrela e uma pedra, ao som da música de Chopin.

I REMEMBER LENA SVEDBERG, de Carl Johan de Geer, doc., Suécia, 1999, 6’: Um retrato da artista Lena Svedberg, que morreu cedo demais.

 

 

 

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