O
Júri
Internacional do IndieLisboa
é composto por personalidades
do meio cinematográfico ou com
este relacionado, e é responsável
pela atribuição dos dois
Grandes Prémios do IndieLisboa:
Grande Prémio de Longa
Metragem e Grande Prémio
de Curta Metragem Sagres Preta.
O Júri Internacional deverá
também atribuir o Prémio
Tóbis para o Melhor Filme Português
(sem dis-tinguir entre longas e curtas
metragens) e o Prémio de Melhor
Fotografia para Filme Português
AIP Cinema / FujiFilm.
Além do Júri Internacional,
existirão ainda o Júri
Onda Curta, e o Júri Amnistia
Internacional.
O
Júri
Onda Curta atribui o
Prémio 2: Onda Curta
que consiste na aquisição
de direitos de exibição
dos filmes vencedores para o programa
Onda Curta, exibido na 2:, na RTP. Já
o Júri
Amnistia Internacional distingue
um filme, independentemente do seu género
ou metragem, que contribua para alargar
a capacidade de compreensão do
espectador relati-vamente a determinado
aspecto relacionado com a dignidade
humana.
Finalmente,
serão atribuídos outros
dois prémios: os espectadores
das sessões da Competição
Oficial e do Observatório atribuirão
o Prémio do Público
Jameson, à longa e à
curta metragem que tiverem obtido a
pontuação mais alta.
Já o Júri
do Público IndieJúnior
/ Victoria Seguros,
constituído pelo conjunto de
espectadores das sessões infantis,
atribuirá um diploma a uma das
curtas metragens apresentadas no conjunto
das sessões infanto-juvenis.
Júri
Internacional Lisandro
Alonso Nasceu
em Buenos Aires em 1975 e estudou durante
três anos na Universidade del
Cine dessa cidade. Em 1996, escreveu
e realizou a curta metragem Dos en la
Vereda. A partir daí, Alonso
trabalhou em vários filmes como
assistente de realização.
A sua primeira longa metragem como realizador,
La Libertad (2001), foi exibida na secção
Un Certain Regard de Cannes. Los Muertos
(2004), a segunda longa metragem de
Alonso, obteve vários prémios
em diversos festivais, incluindo o de
melhor filme no Festival de Torino.
Em 2005, integrou o júri da competição
do Festival Internacional de Cinema
de Roterdão. Actualmente, está
a preparar a sua terceira longa metragem.
Beatriz
Batarda Nasceu
em Londres em 1974 e cresceu em Lisboa
onde começou o seu trabalho como
actriz. Estreou-se no cinema no documentário
“E Agora Maria?” (1978)
de Maria Armanda Passos e Cláudia
Fernandes. A pequenas participações
em “Tempos Difíceis”
de João Botelho e “Vale
Abraão” de Manoel de Oliveira,
seguiu-se o seu primeiro papel de importância
em “A Caixa” (1993) também
de Manoel de Oliveira. Cursou Design
no IADE em Lisboa e em seguida rumou
a Londres para tirar o curso de representação
na Guildhall School of Music and Drama.
Entre Inglaterra e Portugal tem trabalhado
com realizadores como José Álvaro
de Morais, Vicente Jorge Silva, Ivo
Ferreira, Jeanne Waltz, Pedro Caldas,
João Canijo, Margarida Cardoso,
Marco Martins, David More, Christopher
Morahan, Andy Wilson, Nick Laughland
e Mike Dowse; no teatro com Luís
Miguel Cintra, Diogo Dória, João
Perry, Steven Unwin, Edouard Kemp e
Joseph Blatchley.
Kieron
Corless É
crítico de cinema e televisão
para a Time Out London e para a revista
de cinema Vertigo. Tem também
escrito sobre cinema em diversas publicações,
nomeadamente The Independent, Sight
and Sound, Scotland on Sunday e Plan
B. Actualmente, está a programar
dois ciclos de cinema para passar em
2005 no cinema Curzon Soho, em Londres.
Anteriormente, trabalhou como editor
e revisor de guiões para várias
produtoras de cinema e colaborou na
feitura de diversas curtas metragens.
Editou também vídeos promocionais
pop, programas de televisão,
curtas metragens e documentários.
Recentemente, foi membro do júri
no Festival Internacional de Cinema
de Bucareste.
Olaf
Möller Nasceu,
cresceu e ainda vive em Colónia.
É o editor europeu da revista
de cinema Film Comment. Escritor/ curador/
etc. “É um doido do caraças!”
(crítico de cinema alemão
anónimo) – “É
um gajo fantástico!” (programador
norte-americano anónimo) –
“É uma contradição
andante/ parte verdade e parte ficção…”
(Kris Kristofferson)
Ilda
Santiago Com
formação em Jornalismo,
é directora do Festival Internacional
de Cinema do Rio de Janeiro, um dos
maiores eventos na área de cinema
da América Latina. Ilda é
também uma das fundadoras do
Grupo Estação, o mais
importante circuito de distribuição
e exibição de filmes de
arte no Brasil, com mais de trinta salas
no Rio de Janeiro, São Paulo
e Belo Horizonte, e com mais de 300
títulos lançados nos últimos
anos. Estação, que começou
como cineclube, é uma empresa
com dezoito anos de mercado em exibição,
distribuição e organização
de eventos de cinema, e um dos organizadores
do Festival do Rio. Ilda Santiago é,
hoje, correspondente do Festival de
Cannes no Brasil.
Júri
Onda Curta
João
Garção Borges
Nasceu em Lisboa em 1956.
Fez o curso Superior de Cinema do Conservatório
Nacional de Lisboa. Em 1979, ingressou
na RTP e foi, em alturas distintas,
responsável pela programação
de cinema do Canal 2 da RTP, da RTP
Internacional e da rubrica Cinema Português
da RTP2. Entre 1994 e 1998, foi responsável
pela produção de ficção
portuguesa da RTP, pelas co-produções,
portuguesas e estrangeiras, na área
cinematográfica e pela autoria
de diversos projectos originais, como
os programas Onda Curta e Noites Curtas
do Onda Curta (de que é autor,
programador, realizador e coordenador
de produção), formatos
actualmente em exibição
no canal a 2:. Como crítico de
cinema colaborou com várias publicações
portuguesas e estrangeiras. É
ainda membro da FIPRESCI, Federação
Internacional da Imprensa Cinematográfica,
e Vice-Presidente do Círculo
de Lisboa da FIPRESCI.
Clémentine
Mourão-Ferreira
Responsável pelo
desenvolvimento e produção
de Documentários e Longas Metragens
nas produtoras Filmes do Tejo (Portugal)
e Les Films de L’après
Midi (França), Clémentine
Mourão-Ferreira colabora regularmente
com revistas de âmbito cinéfilo,
e coordenou a quarta e quinta edição
da Festa do Cinema Francês. Licenciada
em Literatura Clássica pela Universidade
de Sorbonne, estagiou mais tarde no
canal de televisão Arte France,
e trabalhou na produtora francesa Gemini
Films.
Paolo
Manera Nasceu
em Turim (1967). Licenciou-se em Literatura
com uma tese sobre cinema. Desde 1985,
é músico em grupos independentes
e compositor de bandas sonoras. Trabalha
em associações e instituições
culturais de Turim desde 1990, como
programador e organizador. Como crítico
e ensaísta escreveu para várias
publicações (Cineforum,
Il Manifesto, Einaudi, Il Castoro).
A partir de 1999, tornou-se res-ponsável
pela secção competitiva
de curtas metragens do Festival de Turim.
Actualmente, é autor e consultor
em documentários, projectos web,
argumento e programas da rádio
e televisão italianas. Colabora
com carácter pontual, com várias
associações e festivais,
em Itália e no estrangeiro, especialmente
as ligadas ao cinema independente e
às relações cinema
/ música. Fez parte do Júri
Internacional do IndieLisboa 2004.
Júri
Amnistia Internacional
Carlos
Vaz Marques Nasceu
em Lisboa em 1964. Jornalista profissional
desde 1987, integra a redacção
da TSF desde 1990. Como repórter,
foi enviado especial a várias
zonas do mundo. Como editor, foi responsável
pela manhã informativa da TSF
e pelo programa Fórum TSF. É,
desde 2001, autor do programa “Pessoal
e… transmissível”,
um espaço diário de entrevista
ao fim da tarde onde já entrevistou
cerca de quatrocentas personalidades
portuguesas e estrangeiras. Publicou
dois livros com conjuntos de entrevistas
que realizou na TSF, em 2002, o livro
“Pessoal e… transmissível”,
e em 2004, o segundo livro intitulado
“XX/XXI”. Tem colaborado
em diversos jornais e revistas portugueses
e, desde Setembro de 2004, conduz uma
entrevista semanal no programa “Encontro
Marcado” da SIC Mulher. Foi bolseiro
do The German Marshall Fund of the United
States.
Madalena
Miranda Realizadora.
Nasceu em 1976, licenciou-se em Comunicação
Social, pela Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas da Universidade Nova
de Lisboa. Realizou seis episódios
da série “Inter-Europa”
(2002) e os filmes Um Olho Para Ver,
Outro Para Sentir (2001), “Naquele
Bairro” (2002) e “Estrela
da Tarde” (2004), exibido em competição
no 1º IndieLisboa. Em 2004, realizou
um making of de 28 minutos do curso
de encenação de ópera,
“Na Pele do Urso”.
Taco
Ruighaver Nasceu em
1964. É o director do Festival
Internacional de Cinema da Amnistia
Internacional em Amesterdão.
Organizou vários eventos cinematográficos
e trabalhou para o DocuZone, um projecto
holandês de distribuição
digital de documentários e antecessor
do CinemaNet Europe. Taco é um
dos fundadores da Rede de Cinema de
Direitos Humanos (Human Rights Film
Network), uma nova rede de 18 festivais
de cinema de direitos humanos. É
também membro do conselho da
Fundação CJP, a organização
holandesa Euro <26. Foi, durante
oito anos, o editor da revista jovem
“Frontaal”, editada pela
Amnistia Internacional holandesa.
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